Saturday, March 2, 2024
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Tecnologia no varejo: como o uso de IA generativa pode otimizar tempo e dinheiro

Em um mundo digital em constante evolução, a velocidade dos processos é fundamental para o sucesso empresarial. A IA generativa não apenas auxilia nas operações, mas também otimiza o tempo das tarefas e aumenta a lucratividade das empresas.

Os dados não apenas apontam para uma tendência, mas para uma onda internacional de adoção dessa tecnologia. Isso se deve ao fato de que as empresas estão comprovadamente lucrando e melhorando com a aplicação da IA. De acordo com um estudo do Boston Consulting Group (BCG) e do MIT Sloan Management Review (MIT SMR), mais da metade (51%) das empresas que usam IA na América Latina experimentaram lucros com a tecnologia, e 7% delas relataram retornos financeiros significativos.

Globalmente, a pesquisa demonstra que 55% das empresas obtiveram lucros com a IA, com 11% delas alcançando retornos substanciais. O relatório também revela que a maioria das empresas na América Latina utiliza essa tecnologia para criar valor (52%), enquanto 33% se concentram na melhoria dos processos existentes. Esses resultados são semelhantes em nível mundial, com 55% e 22%, respectivamente.

“A rapidez dos processos talvez seja o que mais atrai as empresas para testarem a IA generativa e seus agentes virtuais. Isso porque, no futuro, é possível que a IA generativa possa fazer em minutos ou dias um trabalho que geralmente tomava semanas para ser realizado. Mas há muito para evoluir, ainda não foi explorado tudo o que essa tecnologia tem para oferecer – e isso não é um ponto preocupante, pois o objetivo é eliminar processos repetitivos e focar o ser humano onde ele pode render melhor. Ela é uma auxiliadora no dia a dia”, comenta Thiago Oliveira, CEO e fundador da Monest, empresa especializada em recuperação de ativos através da cobrança de débitos por uma agente virtual conectada por inteligência artificial.

Segundo dados do Statista, o investimento global em inteligência artificial é liderado pela China, país que, em 2021, aplicou 622 bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento dessa tecnologia. Os Estados Unidos, porém, não ficam muito para trás, tendo investido 599 bilhões no mesmo ano. O Japão aparece como o terceiro país em termos de gastos com pesquisa em IA, tendo destinado 182 bilhões em 2021. O Brasil é o décimo país da lista, com 38 bilhões de dólares.

De acordo com o relatório Artificial Intelligence In-depth Market Insights & Data Analysis, publicado pelo site de inteligência de dados Statista, a receita do mercado de softwares de inteligência artificial deve crescer 35% ao ano até 2025, quando deverá atingir o valor de 126 bilhões de dólares.

No cenário internacional de trabalho, um levantamento da The Harris Poll revela que 39% das organizações já estão adotando políticas e estratégias relacionadas ao uso de IA generativa. Além disso, 42% estão desenvolvendo processos por meio dessa aplicação, enquanto 17% planejam adotar estratégias com essa tecnologia. Apenas 1% não tem planos de incorporar a IA generativa em suas operações diárias.

Dentre os principais objetivos da aplicação da IA generativa nos negócios, destacam-se: automação e otimização dos processos, melhoria na comunicação assertiva com os clientes, eficiência no fluxo de informações e trabalho, melhor gerenciamento de processos internos e externos, redução de custos, planejamento e personalização de produtos, e análise de dados.

“Por mais que a IA não pense como um humano, ela dá caminhos, ideias e possíveis soluções para problemas que poderiam levar muito tempo para que alguém consiga finalizar. O problema é que muitas empresas veem ferramentas de machine learning como algo muito distante, sendo que, com a evolução, vem se tornando cada vez mais acessível. Realmente é a  solução para problemas do dia a dia do trabalho, desde os mais simples até os mais complexos, e isso acarreta, consequentemente, em rapidez e lucro para as empresas”, finaliza Thiago Oliveira.

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