Saturday, March 2, 2024
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Risco cibernético em xeque

O Brasil é o principal alvo de ataques cibernéticos na América Latina e um dos países mais visados pelo cibercrime em todo o mundo. Embora haja uma tendência global de crescimento do cibercrime, as empresas ainda não atingiram a maturidade quando o assunto é segurança digital. Pesquisa recente com líderes empresariais, encomendada pela Trend Micro, apontou que quase metade deles não relaciona a segurança com a geração de novos fluxos de receita e 55% não veem o potencial de redução de custos no investimento.
 

O assunto foi abordado no  Mind The Sec 2023, principal evento de ciersegurança da América Latina, realizado na capital paulista. Durante o evento, no painel sobre resiliência cibernética, a technical manager do time paulista da Trend Micro, Rayanne Nunes, destacou as estratégias para proteger a superfície de ataque.


“Há uma onda crescente de ataques, que estão cada vez mais complexos e sofisticados. As organizações precisam lutar em todas as frentes, ter equipes capacitadas e uma abordagem de plataforma de segurança unificada, para avaliar e mitigar os riscos, respondendo rapidamente às ameaças”, destacou, lembrando que um incidente de segurança pode comprometer o futuro de uma empresa e de seus colaboradores. “Quando eu trabalho com tecnologia eu estou trabalhando com vidas, trabalhando com sonhos, por isso é tão importante entender e antecipar os riscos”, reforçou.


As etapas de implementação de um Programa de Gerenciamento de Riscos foi um dos pontos discutidos no painel “Uso de dados para priorização de investimentos em segurança cibernética”, mediado pelo diretor Geral da Trend Micro no Brasil, Cesar Candido, com participação do CISO da CERC, Dilson Caproni, e do head of Information Security da Riachuelo, Rodrigo Franco de Godoi. Eles destacaram a importância de qualificar e quantificar os riscos e de valorizar os investimentos em segurança dentro da empresa, seja por meio de métricas e indicadores, ou por treinamentos e atualizações constantes.


“O grande desafio é quantificar o risco do negócio, mostrar para o gestor os impactos que uma violação de dados pode causar e porque vale investir em ferramentas e mão de obra qualificada para elevar a maturidade da empresa”, ressaltou Cesar Candido.


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